Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Aqueduto da Amoreira em Elvas 🧐

Tem quase 500 anos e é um dos maiores símbolos de Elvas. O Aqueduto da Amoreira foi construído para levar água à cidade e ainda hoje se mantém imponente.
Este Aqueduto, juntamente com as muralhas, constitui o emblema da cidade de Elvas.

O deficiente abastecimento de água a Elvas, tanto ao perímetro militar como à população, levou a que, nos finais do século XV (1498), se criasse um imposto – o Real de Água.
Este tributo recaía sobre os bens de consumo e estendeu-se ao resto do país, vindo somente a terminar com a implantação da República. O Aqueduto da Amoreira, iniciado em 1530, foi uma obra que se prolongou por um século. D. João III enviou o arquiteto régio Francisco de Arruda a Elvas para realizar o empreendimento que levasse água da Amoreira até à cidade.
Foi um trabalho começado por este arquiteto e continuado pelos mestres Afonso Álvares, Diogo Marques e Pêro Vaz Pereira. A sua construção envolveu, por vezes, problemas de grande complexidade. Foi uma obra muito dispendiosa que levou à criação do citado imposto e a outras alternativas, por vezes curiosas, como por exemplo o pagamento de uma multa a quem faltasse à Procissão do Corpo de Deus.
Para ver o seu aqueduto terminado, a cidade de Elvas só se subjugou a Filipe II, na condição de este monarca concluir as suas obras. As dificuldades, tanto económicas como técnicas, contribuíram para a morosidade dos trabalhos, que foram concluídos em 1622. Esta é uma construção realizada numa extensão de 7054 metros, constituindo uma notável obra de engenharia, formada por quatro ordens de arcos, com 31 metros de altura, sustentados por robustos contrafortes.
O Aqueduto da Amoreira tem, na sua totalidade, 843 arcos e ainda algumas galerias subterrâneas com mais de 6 metros de profundidade. Parte integrante deste monumento é a sua cisterna, da autoria do arquiteto militar Nicolau Langres. A notável cisterna é abobadada e à prova de bomba, apresentando 58 metros de comprimento por 5 de largura, 8 de altura, 25 degraus e 23 000 metros cúbicos de capacidade.
Fonte: ncultura.pt

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Spirit of Chartwell, o barco oficial das comemorações do Jubileu da Rainha Isabel II, no Douro.

Spirit of Chartwell, o barco oficial das comemorações do Jubileu da Rainha Isabel II. chegou ao Rio Douro, em Setembro de 2012.
Na imagem a passar sob a ponte de Porto Antigo.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

☠️Capela dos Ossos em Campo Maior 💀


Junto à imponente Igreja Matriz, a Capela dos Ossos de Campo Maior é a segunda maior do País, encontrando-se a maior na Igreja de São Francisco em Évora.
Datada de 1766, a Capela foi construída após a destruição da cidadela com uma explosão num paiol, tragédia onde pereceu mais de dois terços da população, em 1732.
O seu interior está totalmente revestido com as ossadas das vítimas desta tragédia, sendo o pavimento datado já do século XX.
Atualmente encontra-se encerrada mas através de uma janela de fácil acesso é possível vislumbrar o seu interior sombrio.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Folgosinho a aldeia nas encostas da serra da Estrela... Onde sempre apetece voltar!

Água má faz danos, Água boa dá anos

Água e mulher, só boa se quer







Não vivas com tanta mágoa, que tu por casar não ficas! Segue o conselho: Bebe água, na fonte das duas bicas...
Ó linda fonte cantante, como entendo o teu penar, em tudo ao meu semelhante: - Tu cantas p'ra não chorar!


A água da fonte pura, às vezes, no seu cantar, aos noivos causa ternura, aos velhos fa-los chorar!..


Par de velhinhos são fontes, velhinhas, a soluçar... Par de noivos,-horizontes, que despontam a cantar...


Na voz das coisas não há, mágoa que mais atormente, que a da fonte quando está, a falar de amor à gente...


Ó fonte cheia de graça, tens por vizinha uma cruz: Uma dá água a quem passa, outra, a quem passa, dá luz.


Tem o regato o encanto, e a fonte tem a tristeza, ora o mistério, ora o pranto, duma alma portuguesa.


Se eu fosse a fonte onde vais, p´ra te reter bem pertinho, gota por gota, não mais, enchia o teu cantarinho...


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Um brinde ao Douro, um brinde ao Grifo Planante...



Bem que podíamos fazer um brinde ao Douro, com esta garrafa afinal ,a paisagem pano de fundo é esse mesmo Douro em que vivo, onde é cultivado e nasce este precioso néctar que chega a todo o mundo, o Vinho do Porto.
Mas o motivo é outro, em forma de agradecimento e, porque há gestos que, por mais palavras lhe dediquemos, não chegamos ao nível que a atenção merece.
Já passou algum tempo, é certo, mas não queria deixar de passar em branco este gesto de um amigo que muito prezo e admiro, João Menéres do blog Grifo Planante, este mesmo que completou 10 anos de existência a 15 de novembro de 2018.
Sendo eu um grande apreciador das perspetivas e publicações com que nos contempla, mas longe de chegar ao ponto de receber tamanha oferta que muito significado ganhou em mim. Um "Porto" Barão de Vilar com 10 anos, para festejar 10 anos.... Um grande bem-haja meu estimado amigo.
Perante isto, agora fiquei com um dilema para o qual solicito opiniões: Abro e bebo ou deixo ficar na prateleira em exposição?