Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

SOMOS VISTOS E PROCURADOS NO MUNDO INTEIRO - ESTES OS PAÍSES QUE VISITAM O BLOG!

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quarta-feira, 27 de março de 2019

Semana Santa de Lamego – Programa de 27 de março a 21 de abril de 2017


Os Passos do Senhor
27 de março – Quarta-feira
21h30 Igreja da Graça
Via Sacra
Cerimónia da Vestidura do Senhor
Benção das Flores

28 de março – Quinta-feira
21h30 Igreja da Graça - Igreja Catedral
Procissão de Nosso Senhor dos Passos
22h30 Largo da Sé
Tradição do Pão Quente
31 de março – Domingo
16h00 Igreja Catedral - Igreja da Graça
Procissão de Nosso Senhor dos Passos
7 de abril – Domingo
Durante o dia - Bairro da Ponte
Festa de S. Lázaro
10 de abril – Quarta-feira
21h30 Igreja Catedral 
Concerto de Música Sacra "Angelicus Duo"
Domingo de Ramos
14 de abril – Domingo
10h00 - Igreja Catedral
Bênção dos Ramos e Missa
10h30 Igreja das Chagas
Bênção dos Ramos e Procissão até à Igreja Matriz de Almacave
10h30 - Missa
Tríduo Pascal 
18 de abril – Quinta-feira Santa 
10h00 Igreja Catedral
Missa Crismal
Bênção dos Santos Óleos
17h00 Igreja Catedral
Missa Vespertina da Ceia do Senhor
Rito do Lava Pés
19h00 Igreja Matriz de Almacave
Missa Vespertina da Ceia do Senhor
Rito do Lava Pés
21h30 Igreja das Chagas
Procissão das Sete Bandeiras
Sete Tribunais
19 de abril – Sexta-feira Santa 
17h00 Igreja Catedral
Celebração da Paixão e Morte do Senhor
19h00 Igreja Matriz de Almacave
Celebração da Paixão e Morte do Senhor
21h30 Igreja das Chagas
Procissão do Senhor Morto
Presidida por D. António Couto, Bispo de Lamego
20 de abril – Sábado Santo
21h30 Igreja Matriz de Almacave
Vigília Pascal
22h30 Igreja Catedral
Vigília Pascal
Celebrações da Ressurreição do Senhor
21 de abril – Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor
08h30 Igreja Matriz de Almacave
Procissão e Missa da Ressurreição
08h30 Igreja Catedral
Procissão e Missa da Ressurreição
10h00 Anúncio da Ressurreição
Visita Pascal a todas as famílias da cidade
17h00 Lalim
Tradicional Queima do Judas

sexta-feira, 15 de março de 2019

💛Acacia Dealbata, vulgarmente conhecida (desde sempre por mim) por "Mimosa"... A beleza amarela. 💛

💛💛💛Acacia dealbata é uma espécie de árvore nativa da Austrália mas existem praticamente em todo o mundo: América do Norte, Ásia, Índia, Egito, Norte da África, China, Austrália e Brasil. . Tem crescimento rápido, desenvolvendo-se rapidamente após incêndios. Não vive normalmente mais do que 30 a quarenta anos, ao fim dos quais é substituída por outras. É conhecida vulgarmente como mimosa, no entanto não pertence ao género Mimosa. Floresce no fim do inverno.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Chaves cidade (termal) das águas milagrosas...

A existência de uma água que brota misteriosamente do solo, dando um aspeto de água em ebulição, quer de verão quer de inverno, tinha de despertar a curiosidade dos habitantes da região, tendo-lhe sido atribuídas propriedades medicinais para a cura de várias doenças e influenciando os sentimentos dos mais jovens dizendo que “os que beberem águas das Caldas para sempre ficarão ligados a Chaves”.
Na cidade de Chaves, junto à margem direita do Rio Tâmega, brotam águas de composição única na Península Ibérica (hipertermais – 73ºC -, bicarbonatadas, sódicas, mesomineralizadas e gasocarbónicas). Reza a história que, na época do domínio romano, as legiões, após as suas incursões bélicas, deleitavam-se nas águas ferventes da cidade de Aquae Flaviae, recuperando forças, tratando das várias maleitas que os atingiam (no corpo e na alma).
As águas quentes de Chaves têm tradição milenar na cura de afecções músculo-esqueléticas, do aparelho digestivo e respiratórias e aproveitar estas propriedades medicinais para a prevenção e a cura de afecções contemporâneas (stress, cansaço, ansiedade) está ao alcance de todos nas Termas de Chaves & SPA (clique para saber mais).

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Gaivotas são problema de saúde pública...

O presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISUP) admite que as gaivotas são um problema de saúde pública e sugere à população que deixe de dar alimento àquelas aves. As “aves não são infelizes”, nem precisam que “se dê de comer à mão”, considerou Henrique Barros, presidente do ISUP, defendendo a necessidade de uma maior prevenção junto à população para que coloque o lixo urbano nos locais convenientes.
“Se as pessoas tivessem cuidado de colocar o lixo nos sítios em que deve ser colocado, e depois os municípios tivessem o cuidado de o recolher convenientemente, e se as pessoas não promovessem a alimentação à mão às gaivotas,” era uma forma de controlar o fenómeno, acredita aquele investigador na área da saúde pública.


O fenómeno da quantidade das gaivotas não é caso para alarmismos, mas a prevenção deve ser constante, reitera Henrique Barros. “Não vale a pena fazer alarmismo, isto não é como o caso dos morcegos para aquela doenças infecciosas graves de África ou não é como a raiva. Não estamos a falar de coisas destas, mas é possível que havendo um grande desequilíbrio ecológico se criem condições para algumas dessas espécies [como as gaivotas] possam transformar-se em portadores de agentes infecciosos”, observou, recordando ainda a discussão em torno da “gripe das aves”.
“O que nós sabemos hoje em dia, isso é muito claro, é que quando mexemos nos equilíbrios ecológicos criamos problemas” e ao fazer essa mudança “criam-se condições para que possa ser introduzido ou que circule um agente que nós não estávamos à espera”, explica Henrique Barros, observando que as gaivotas deveriam andar a comer peixe no mar, mas não no lixo das cidades.
Um estudo científico revelou que as gaivotas que habitam no Porto tanto se alimentam de queques e carne na Baixa da cidade, como comem peixe ao longo do rio Douro até Pinhão (Vila Real) e vão à lota de Matosinhos.
Segundo a Sociedade Portuguesa de Estudos das Aves (SPEA), o aumento de ataques de gaivotas no Porto pode explicar-se com o crescente número de restaurantes perto do rio Douro, uma consequência da elevada procura turística naquela área.
Fonte: Observador