Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

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quinta-feira, 28 de março de 2019

🌍 Portugal visto do espaço pelo astronauta Thomas Pesquet 👨‍🚀

O astronauta Thomas Pesquet tirou esta incrível foto de Portugal do espaço. Estas foram as suas palavras "Bem, não é sempre que você vê um país inteiro em uma única foto, especialmente uma que tenha tanto a oferecer quanto Portugal."

sábado, 9 de março de 2019

A vida é um balão de acontecimentos 🎈 que começa e acaba...


sábado, 23 de fevereiro de 2019

Nas proximidades de Drave, a aldeia perdida no tempo, uns escritos surpreendentes...





Partilhar o sol todos os dias estes dias serão mil anos nas contas da tua vida e ao olhar o vale profundo, o céu agora é lá no fundo. Caminhando rumo à glória deixando Drave na história. Não te preocupes com o destino, preocupa-te com o caminho de BP vem o apelo a navegar maravilhas fez em mim, minha alma canta degozo, pois na minha pequenez se detiveram seus olhos caminhos do triunfo, a felicidade.


















         

Partimos com vontade de um dia aqui voltar. ser caminheiro nos rumos do homem novo. Amar é a partida, o sonho sem chegada. Quem não serve para servir, não serve para viver. Drave, a aldeia do quase nada que tem quase tudo.

Corre, salta, dança, voa vem dançar sobre o luar, ama agradece num sorriso quem te olha a chorar. Tu tens que dar um pouco mais do que tens. O que levas na mochila tu, agora que chegaste ao fim do teu caminhar? Vive, partilha e avança. Tu tornas-te eternamente responsável por aquilo que cativas. O caminheirismo é a fraternidade do ar livre e do serviço. Estranho mundo dos sorrisos. O caminho é individual mas nunca solitário. ser caminheiro é estar preparado para o pior. Esperar o melhor e aceitar o que vier, Drave é o nosso pedacinho de céu.
A felicidade só é real quando partilhada. Levo a mochila cheia. Tenho tudo para dar, levo a luz do teu olhar...
Uns passos acima da aldeia desabitada de Drave, uma caixa em madeira com um molde estranho (sem saber em concreto qual a sua finalidade) e uns escritos que transcrevo para facilitar a tradução a quem o pretenda. Desconheço a autoria, provavelmente caminheiros ou relacionado com os escuteiros que nos meses de verão fazem por preservar algumas das habitações e vegetação envolvente à aldeia. Mais informações relativo à aldeia mágica, cliquem aqui.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

☠️Capela dos Ossos em Campo Maior 💀


Junto à imponente Igreja Matriz, a Capela dos Ossos de Campo Maior é a segunda maior do País, encontrando-se a maior na Igreja de São Francisco em Évora.
Datada de 1766, a Capela foi construída após a destruição da cidadela com uma explosão num paiol, tragédia onde pereceu mais de dois terços da população, em 1732.
O seu interior está totalmente revestido com as ossadas das vítimas desta tragédia, sendo o pavimento datado já do século XX.
Atualmente encontra-se encerrada mas através de uma janela de fácil acesso é possível vislumbrar o seu interior sombrio.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Chaves cidade (termal) das águas milagrosas...

A existência de uma água que brota misteriosamente do solo, dando um aspeto de água em ebulição, quer de verão quer de inverno, tinha de despertar a curiosidade dos habitantes da região, tendo-lhe sido atribuídas propriedades medicinais para a cura de várias doenças e influenciando os sentimentos dos mais jovens dizendo que “os que beberem águas das Caldas para sempre ficarão ligados a Chaves”.
Na cidade de Chaves, junto à margem direita do Rio Tâmega, brotam águas de composição única na Península Ibérica (hipertermais – 73ºC -, bicarbonatadas, sódicas, mesomineralizadas e gasocarbónicas). Reza a história que, na época do domínio romano, as legiões, após as suas incursões bélicas, deleitavam-se nas águas ferventes da cidade de Aquae Flaviae, recuperando forças, tratando das várias maleitas que os atingiam (no corpo e na alma).
As águas quentes de Chaves têm tradição milenar na cura de afecções músculo-esqueléticas, do aparelho digestivo e respiratórias e aproveitar estas propriedades medicinais para a prevenção e a cura de afecções contemporâneas (stress, cansaço, ansiedade) está ao alcance de todos nas Termas de Chaves & SPA (clique para saber mais).

terça-feira, 13 de novembro de 2018

O espigueiro... 🌽🌽🌽

O espigueiro é uma estrutura que tem a função de secar o milho através das fissuras laterais, e ao mesmo tempo impedir a destruição do mesmo por roedores através da elevação deste.
O milho requer que seja colhido no Outono e precisa de estar o mais arejado possível para secar numa estação tão adversa como o Inverno. No território de Portugal Continental, encontram-se principalmente a Norte, em particular na região do Minho.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

😱 O poder da natureza...😲


😱Algures por Trás-os-Montes, perto de Loivos, este é o fenómeno que deixa todos de boca aberta! A árvore a comer a vaca... perdão, o sinal!
Vejam o vídeo:

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

As 7 saias das mulheres da Nazaré...


As sete saias fazem parte da tradição, do mito e das lendas desta terra tão intimamente ligada ao mar.
O povo diz que representam as sete virtudes; os sete dias da semana; as sete cores do arco-íris; as sete ondas do mar, entre outras atribuições bíblicas, míticas e mágicas que envolvem o número sete.
De facto, a origem não é de simples explicação e a opinião dos estudiosos e conhecedores da matéria sobre o uso de sete saias não é coincidente nem conclusiva. No entanto, num ponto, todos parecem estar de acordo: as várias saias (sete ou não) da mulher da Nazaré estão sempre relacionadas com a vida do mar.
As nazarenas tinham o hábito de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas no areal, passando aí muitas horas de vigília.
Usavam as várias saias para se cobrirem, as de cima para protegerem a cabeça e ombros do frio e da maresia e as restantes a taparem as pernas, estando desse modo sempre “compostas”.
A introdução do uso das sete saias foi feito, segundo uns, pelo Rancho Folclórico Tá-mar nos anos 30/40, segundo outros pelo comércio local no anos 50/60 e ainda de acordo com outras opiniões as mulheres usariam sete saias para as ajudar a contar as ondas do mar (isto porque “ o barco só encalhava quando viesse raso, ora as mulheres sabiam que de sete em sete ondas alterosas o mar acalmava; para não se enganarem nas contas elas desfiavam as saias e quando chegavam à última, vinha o raso e o barco encalhava”).
 O uso de várias saias, pelas mulheres da Nazaré, também está ligado a razões estéticas e de beleza e harmonia das linhas femininas – cintura fina e ancas arredondadas, (esta poderá ser também uma reminiscência do traje feminino de setecentos que as damas da corte usavam - anquinhas e mangas de renda - e que pavoneavam aquando das visitas ao Santuário da Senhora da Nazaré), podendo as mulheres usarem 7, 8, 9 ou mais saias de acordo com a sua própria silhueta.
Certo é que a mulher foi adotando o uso das sete saias nos dias de festa e a tradição começou e continua até ao presente. No entanto, no traje de trabalho são usadas, normalmente, um menor número de saias.
Fonte: cm-nazare.pt

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Só porque achei interessante...


Recomeça... se puderes SEM angústia e sem pressa. E os Passos que deres, NESSE caminho duro do FUTURO dá-os em LIBERDADE. Enquanto não alcances não descanses. De nenhuma fruta QUEIRAS só metade...
Miguel Torga

sexta-feira, 27 de julho de 2018

👣 Caminhada até à Lagoa do Covão dos Conchos, a lagoa do funil... 👣 Porque ir é o melhor remédio!

A Serra da Estrela esconde nas suas entranhas tesouros magníficos. Para serem descobertos pelos nossos olhos é preciso colocar-mo-nos ao caminho… A Lagoa do Covão dos Conchos é o destino, famosa pela sua saída de água em funil... 
Tempo, aqui e ali, para olhar para trás e ir apreciando a lagoa Comprida e sua envolvente rochosa. Algumas pequenas lagoas nas imediações do estradão, vão podendo ser observadas.
Avançamos, e é já nas proximidades do destino, que se começa a ouvir a ribeira das Naves que abastece a lagoa dos Conchos.

Um pouco mais à frente eis-nos chegados à ansiada “lagoa do funil”, este mesmo que as imagens nos mostram e embora com pouca água a desembocar para o seu interior, não deixa de despertar interesse.
Este funil é a entrada para um túnel que leva água à Lagoa Comprida ao longo de cerca de 1.520 metros de extensão e foi construído na década de 50, com o intuito de manter o nível da lagoa Comprida sempre em alta.

Depois de umas fotos, tempo para regressar e iniciar a subida, mas, aqueles rochedos lá no alto, não vos despertam a curiosidade relativo às vistas que devem ter? Claro, a mim também e toca a procurar um local de acesso, saindo do trilho e iniciando uma aventura dentro de outra. Após 10 minutos mais ou menos, objetivo concluído e a paisagem era esta:
De novo pernas ao caminho, após alguma dificuldade em encontrar o rumo do trilho, lá foi retomada a caminhada com o calor já a apertar imenso e ainda não eram 10 da manhã… Isto depois de devidamente contemplar o lugar em que me encontrava... 
Já bastante próximo do ponto que havia sido de partida, agora de chegada, mais uma curta saída do caminho para descobrir do alto de um rochedo uma vista deslumbrante de duas lagoas, a Albufeira do Covão do Forno e a do Covão do Curral.
Assim, valeu ainda mais a pena esta caminhada relativo à qual fica prometido um regresso em tempo de neve, claro que com um grau de dificuldade mais elevado, mas sem desafios a vida não teria o mesmo interesse… 
O trajeto não oferece grande dificuldade, ainda assim convém ter alguma preparação pois sobe um pouco na ida e também no regresso. Cuidado com o calor, esta caminhada iniciou-se pelas 8 horas da manhã, no mês de julho com cerca de 1h e 30m de percurso, até à Lagoa dos Conchos, são cerca de quatro quilómetros e meio, outro tanto para o regresso.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Vilarinho das Furnas, a aldeia submersa perdida no tempo, onde o tempo parou...⏱️🔎📕📸

Se a expectativa de regressar à barragem de Vilarinho das Furnas era muita, o desejo de ir ao local da antiga aldeia era ainda maior, aliado à curiosidade de saber em que cota estaria a albufeira neste ano de seca intensa. A 19 de novembro de 2017, o panorama era este que as imagens documentam. Confesso que foi um pouco de desilusão pois contava com um nível das águas bastante mais baixo de modo a poder ver a antiga aldeia na sua plenitude. 
 Ainda assim, após cerca de 2 kms de caminhada desde o paredão, deu para observar a parte mais cimeira de Vilarinho das Furnas, estando a restante submersa, local que como já referi parou no tempo e só não pára o tempo para quem por lá passa.
Hoje, um recanto em forma de baía praticamente isolado e perdido entre a Serra Amarela, a norte e poente, e a Serra do Gerês, a sul e nascente. Esta era uma aldeia conhecida pelo regime comunitário que funcionava autonomamente das leis gerais e nacionais. Quem as elaborava e as fazia respeitar era uma junta de seis elementos dirigida por um zelador. Essa junta era constituída pelos chefes de família eleitos onde o homem era preponderante. As mulheres poderiam ter assento na junta se fossem viúvas ou se o marido tivesse imigrado.
Vilarinho das Furnas, era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem em pleno rio Homem. Esta mesma foi inaugurada a 21 de maio de 1972. 
Nas imediações bem próximas, no limite da cota de água máxima, o verde musgoso sobressai por entre pedras que constituem muros de caminhos e delimitações térreas. Bancos e mesas persistem ao passar do tempo e certamente  guardam histórias e que só o silêncio agora os acompanha.
Antigos moinhos que digo eu, poderiam ser recuperados tendo em conta o potencial turístico que no local pode ser explorado, isto pela imensa procura em busca de conhecer o local.
Fica a promessa de voltar ao local, só não sabendo quando, tal como quando não se sabe em que altura poderão as águas baixar significativamente, talvez só numa futura ação de limpeza da barragem ou se a seca se prolongar, quem sabe...
O que resta de Vilarinho das Furnas em pleno coração do Gerês 45 anos depois de os seus habitantes terem sido obrigados a deixar tudo que era seu para trás. Alguns ainda são vivos!

quarta-feira, 15 de março de 2017