Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

SOMOS VISTOS E PROCURADOS NO MUNDO INTEIRO - ESTES OS PAÍSES QUE VISITAM O BLOG!

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sábado, 16 de março de 2019

🐟🔝🐟 Petinga na Brasa 🐟🔝🐟

petinga é uma sardinha pequena que é muito saborosa. Normalmente come-se tudo, espinha e cabeça derivado das reduzidas dimensões.
Pode ser comida frita ou de cebolada; esta da imagem foi assada na brasa no "Rei da Sardinha" em Matosinhos e, estava uma maravilha!

sexta-feira, 15 de março de 2019

💛Acacia Dealbata, vulgarmente conhecida (desde sempre por mim) por "Mimosa"... A beleza amarela. 💛

💛💛💛Acacia dealbata é uma espécie de árvore nativa da Austrália mas existem praticamente em todo o mundo: América do Norte, Ásia, Índia, Egito, Norte da África, China, Austrália e Brasil. . Tem crescimento rápido, desenvolvendo-se rapidamente após incêndios. Não vive normalmente mais do que 30 a quarenta anos, ao fim dos quais é substituída por outras. É conhecida vulgarmente como mimosa, no entanto não pertence ao género Mimosa. Floresce no fim do inverno.

terça-feira, 12 de março de 2019

sábado, 2 de março de 2019

🛑🔝👺🎉 Ainda existem carnavais bem genuínos no interior norte de Portugal...🛑🔝👺🎉

Deixo como sugestão o de Lazarim, no concelho de Lamego e o de Podence, no concelho de Macedo de Cavaleiros. Fazendo uma pesquisa aqui no blog, podem encontrar mais informações. Uma coisa é certa, os Caretos vão andar à solta! Bom Entrudo, bom Carnaval. 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

☀️🌡🌬 Um ano após o fenómeno raro da "Chuva Gelada", as temperaturas muito acima da média... ☀️🌡🌬

Precisamente um ano depois, tentando obter uma perspetiva semelhante do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios. Se há um ano a todos surpreendeu o efeito climatérico provocado pela escassez de frio em altitude que permitisse nevar, logo toda a chuva que caiu ficava em gelo, proporcionando imagens de rara beleza, mas também muitos estragos, como podem ver aqui.  Volvido um ano, com sol, as temperaturas estão, em período de inverno, muito acima da média, mais em modo primaveril...

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Nas proximidades de Drave, a aldeia perdida no tempo, uns escritos surpreendentes...





Partilhar o sol todos os dias estes dias serão mil anos nas contas da tua vida e ao olhar o vale profundo, o céu agora é lá no fundo. Caminhando rumo à glória deixando Drave na história. Não te preocupes com o destino, preocupa-te com o caminho de BP vem o apelo a navegar maravilhas fez em mim, minha alma canta degozo, pois na minha pequenez se detiveram seus olhos caminhos do triunfo, a felicidade.


















         

Partimos com vontade de um dia aqui voltar. ser caminheiro nos rumos do homem novo. Amar é a partida, o sonho sem chegada. Quem não serve para servir, não serve para viver. Drave, a aldeia do quase nada que tem quase tudo.

Corre, salta, dança, voa vem dançar sobre o luar, ama agradece num sorriso quem te olha a chorar. Tu tens que dar um pouco mais do que tens. O que levas na mochila tu, agora que chegaste ao fim do teu caminhar? Vive, partilha e avança. Tu tornas-te eternamente responsável por aquilo que cativas. O caminheirismo é a fraternidade do ar livre e do serviço. Estranho mundo dos sorrisos. O caminho é individual mas nunca solitário. ser caminheiro é estar preparado para o pior. Esperar o melhor e aceitar o que vier, Drave é o nosso pedacinho de céu.
A felicidade só é real quando partilhada. Levo a mochila cheia. Tenho tudo para dar, levo a luz do teu olhar...
Uns passos acima da aldeia desabitada de Drave, uma caixa em madeira com um molde estranho (sem saber em concreto qual a sua finalidade) e uns escritos que transcrevo para facilitar a tradução a quem o pretenda. Desconheço a autoria, provavelmente caminheiros ou relacionado com os escuteiros que nos meses de verão fazem por preservar algumas das habitações e vegetação envolvente à aldeia. Mais informações relativo à aldeia mágica, cliquem aqui.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Aqueduto da Amoreira em Elvas 🧐

Tem quase 500 anos e é um dos maiores símbolos de Elvas. O Aqueduto da Amoreira foi construído para levar água à cidade e ainda hoje se mantém imponente.
Este Aqueduto, juntamente com as muralhas, constitui o emblema da cidade de Elvas.

O deficiente abastecimento de água a Elvas, tanto ao perímetro militar como à população, levou a que, nos finais do século XV (1498), se criasse um imposto – o Real de Água.
Este tributo recaía sobre os bens de consumo e estendeu-se ao resto do país, vindo somente a terminar com a implantação da República. O Aqueduto da Amoreira, iniciado em 1530, foi uma obra que se prolongou por um século. D. João III enviou o arquiteto régio Francisco de Arruda a Elvas para realizar o empreendimento que levasse água da Amoreira até à cidade.
Foi um trabalho começado por este arquiteto e continuado pelos mestres Afonso Álvares, Diogo Marques e Pêro Vaz Pereira. A sua construção envolveu, por vezes, problemas de grande complexidade. Foi uma obra muito dispendiosa que levou à criação do citado imposto e a outras alternativas, por vezes curiosas, como por exemplo o pagamento de uma multa a quem faltasse à Procissão do Corpo de Deus.
Para ver o seu aqueduto terminado, a cidade de Elvas só se subjugou a Filipe II, na condição de este monarca concluir as suas obras. As dificuldades, tanto económicas como técnicas, contribuíram para a morosidade dos trabalhos, que foram concluídos em 1622. Esta é uma construção realizada numa extensão de 7054 metros, constituindo uma notável obra de engenharia, formada por quatro ordens de arcos, com 31 metros de altura, sustentados por robustos contrafortes.
O Aqueduto da Amoreira tem, na sua totalidade, 843 arcos e ainda algumas galerias subterrâneas com mais de 6 metros de profundidade. Parte integrante deste monumento é a sua cisterna, da autoria do arquiteto militar Nicolau Langres. A notável cisterna é abobadada e à prova de bomba, apresentando 58 metros de comprimento por 5 de largura, 8 de altura, 25 degraus e 23 000 metros cúbicos de capacidade.
Fonte: ncultura.pt

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Spirit of Chartwell, o barco oficial das comemorações do Jubileu da Rainha Isabel II, no Douro.

Spirit of Chartwell, o barco oficial das comemorações do Jubileu da Rainha Isabel II. chegou ao Rio Douro, em Setembro de 2012.
Na imagem a passar sob a ponte de Porto Antigo.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

☠️Capela dos Ossos em Campo Maior 💀


Junto à imponente Igreja Matriz, a Capela dos Ossos de Campo Maior é a segunda maior do País, encontrando-se a maior na Igreja de São Francisco em Évora.
Datada de 1766, a Capela foi construída após a destruição da cidadela com uma explosão num paiol, tragédia onde pereceu mais de dois terços da população, em 1732.
O seu interior está totalmente revestido com as ossadas das vítimas desta tragédia, sendo o pavimento datado já do século XX.
Atualmente encontra-se encerrada mas através de uma janela de fácil acesso é possível vislumbrar o seu interior sombrio.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Folgosinho a aldeia nas encostas da serra da Estrela... Onde sempre apetece voltar!

Água má faz danos, Água boa dá anos

Água e mulher, só boa se quer







Não vivas com tanta mágoa, que tu por casar não ficas! Segue o conselho: Bebe água, na fonte das duas bicas...
Ó linda fonte cantante, como entendo o teu penar, em tudo ao meu semelhante: - Tu cantas p'ra não chorar!


A água da fonte pura, às vezes, no seu cantar, aos noivos causa ternura, aos velhos fa-los chorar!..


Par de velhinhos são fontes, velhinhas, a soluçar... Par de noivos,-horizontes, que despontam a cantar...


Na voz das coisas não há, mágoa que mais atormente, que a da fonte quando está, a falar de amor à gente...


Ó fonte cheia de graça, tens por vizinha uma cruz: Uma dá água a quem passa, outra, a quem passa, dá luz.


Tem o regato o encanto, e a fonte tem a tristeza, ora o mistério, ora o pranto, duma alma portuguesa.


Se eu fosse a fonte onde vais, p´ra te reter bem pertinho, gota por gota, não mais, enchia o teu cantarinho...


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Um brinde ao Douro, um brinde ao Grifo Planante...



Bem que podíamos fazer um brinde ao Douro, com esta garrafa afinal ,a paisagem pano de fundo é esse mesmo Douro em que vivo, onde é cultivado e nasce este precioso néctar que chega a todo o mundo, o Vinho do Porto.
Mas o motivo é outro, em forma de agradecimento e, porque há gestos que, por mais palavras lhe dediquemos, não chegamos ao nível que a atenção merece.
Já passou algum tempo, é certo, mas não queria deixar de passar em branco este gesto de um amigo que muito prezo e admiro, João Menéres do blog Grifo Planante, este mesmo que completou 10 anos de existência a 15 de novembro de 2018.
Sendo eu um grande apreciador das perspetivas e publicações com que nos contempla, mas longe de chegar ao ponto de receber tamanha oferta que muito significado ganhou em mim. Um "Porto" Barão de Vilar com 10 anos, para festejar 10 anos.... Um grande bem-haja meu estimado amigo.
Perante isto, agora fiquei com um dilema para o qual solicito opiniões: Abro e bebo ou deixo ficar na prateleira em exposição?

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Chaves cidade (termal) das águas milagrosas...

A existência de uma água que brota misteriosamente do solo, dando um aspeto de água em ebulição, quer de verão quer de inverno, tinha de despertar a curiosidade dos habitantes da região, tendo-lhe sido atribuídas propriedades medicinais para a cura de várias doenças e influenciando os sentimentos dos mais jovens dizendo que “os que beberem águas das Caldas para sempre ficarão ligados a Chaves”.
Na cidade de Chaves, junto à margem direita do Rio Tâmega, brotam águas de composição única na Península Ibérica (hipertermais – 73ºC -, bicarbonatadas, sódicas, mesomineralizadas e gasocarbónicas). Reza a história que, na época do domínio romano, as legiões, após as suas incursões bélicas, deleitavam-se nas águas ferventes da cidade de Aquae Flaviae, recuperando forças, tratando das várias maleitas que os atingiam (no corpo e na alma).
As águas quentes de Chaves têm tradição milenar na cura de afecções músculo-esqueléticas, do aparelho digestivo e respiratórias e aproveitar estas propriedades medicinais para a prevenção e a cura de afecções contemporâneas (stress, cansaço, ansiedade) está ao alcance de todos nas Termas de Chaves & SPA (clique para saber mais).

sábado, 26 de janeiro de 2019

Francesinhas em Braga? Taberna Belga, até prova em contrário, as melhores!

Braga é uma daquelas cidades onde nos apetece regressar a todo o momento. Depois de uma primeira ida à Taberna Belga experimentar as Francesinhas, a realidade é que já perdi a conta às vezes que lá regressei e só espero a todo o instante o momento para regressar! Existem duas casas, ambas situadas na rua Cónego Luciano Afonso dos Santos, mas distantes uma da outra.
É certo que em Braga (tal como em variadíssimos lugares) já provei outras Francesinhas noutras casas e das que provei até ao momento não tenho dúvidas em afirmar que esta é para mim e muita boa gente a melhor de todas, inclusive as que se comem na cidade do Porto.
Inicialmente foi-me passada a informação de que seria diferente das que é habitual comer no Porto e é bem verdade, talvez por isso não se deva fazer uma comparação demasiado rigorosa pois no Porto existem maravilhosas Francesinhas com um molho muito bom, inclusive as portuenses do "Lado B" que já marcam presença em Braga.
Mas estas efetivamente são diferentes nomeadamente no principal segredo que é o molho. A cor é um alaranjado aveludado a dar para o picante que nos faz despertar os sentidos. É caso para dizer, primeiro estranha-se, depois entranha-se. A construção e os ingredientes são muito bem escolhidos, a carne de vitela é boa. Tem uma excelente lista de cervejas artesanais e o espaço de ambos os restaurantes está muito bem concebido a nível de decoração.
Como referi, até prova em contrário, para mim estas são as melhores e, acreditem que já comi em dezenas e dezenas de outros lugares. Ir e provar é o melhor remédio!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Às portas do maior lago artificial da Europa, o Alqueva.

Tem uma albufeira de 250 quilómetros quadrados, abrange cinco concelhos do Alentejo com as águas do rio Guadiana, possui muitos pontos de interesse e uma paisagem natural que não deixa ninguém indiferente. Na margem direita podemos encontrar os castelos de Juromenha, Alandroal, Terena, Monsaraz e Portel, e na margem esquerda, Mourão e Moura para desfrutar de miradouros deslumbrantes sobre este cenário idílico.



sábado, 19 de janeiro de 2019

Porto, mais que uma cidade, uma paixão 💙💙💙

Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende até ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata são-joanina
erigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
num rosto de cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

Ver-te assim abandonado
nesse timbre parnacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa
🎼Porto Sentido | Rui Veloso

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Mérida a antiga capital da Lusitânia Romana. Uma cidade museu ao ar livre.

Mérida é a capital da comunidade autónoma espanhola da Estremadura. Fica localizada nas margens do rio Guadiana e é uma cidade cheia de história.
As suas raízes vão até ao início da ocupação romana da Península Ibérica, e hoje o centro de Mérida reflete ainda a importância do império romano, passados 20 séculos da fundação da cidade, o seu conjunto arqueológico foi classificado como Património da Humanidade da Unesco, em 1993.
Lugares como o Teatro, Anfiteatro e Circo Romano, a Casa de Mitreo, o Museu de Arte Romana, o Arco de Trajano, a Ponte Romana, os aquedutos de S. Lázaro e dos Milagres, a Alcazaba Árabe e o Templo de Diana, são locais de imperdível visita numa cidade surpreendente aos olhos do visitante.

Templo de Diana
Arco de Trajano


Ponte Romana
Alcazaba Árabe
Aqueduto de S. Lázaro
Aqueduto dos Milagres
Teatro Romano – vista parcial
Termas Romanas


Circo Romano
Esta reportagem não demonstra na sua plenitude os meus intentos, nem acompanha devidamente o valor que Mérida tem para apresentar. O motivo é que as imagens foram obtidas via telemóvel e algumas entretanto eliminadas que seria para serem apresentadas. Outro dos motivos é inacreditável; na saída para esta viagem, tinha tudo preparado, máquina fotográfica recarregada e quando dei conta verifiquei que me tinha esquecido de a levar. Mas este é um local onde fica prometida outra visita. O clima não tem colaborado pois também neste dia o nevoeiro fez questão de marcar presença.