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sexta-feira, 23 de novembro de 2018
sábado, 27 de maio de 2017
Ao som do badalo, uma cidade monumental, a cada esquina um olhar surpreendente
OS SINOS DE LAMEGO
Oiçam a voz destes sinos
Dó de dor e de aconchego
Oiçam a voz destes sinos
O sol maior de Lamego:
Dó de dor e de aconchego
Oiçam a voz destes sinos
O sol maior de Lamego:
Tocam os sinos da Sé
E os do Espírito Santo
Da terra levam ao céu
De tanta fé o encanto.
E os do Espírito Santo
Da terra levam ao céu
De tanta fé o encanto.
Tocam os de Almacave
Não cabe mais fé em mim
Toque doce ou toque grave
Do princípio ou do fim.
Não cabe mais fé em mim
Toque doce ou toque grave
Do princípio ou do fim.
Os de São Francisco, agora
Tangem acordes divinos
Da Esperança Senhora
E da Senhora dos Meninos.
Tangem acordes divinos
Da Esperança Senhora
E da Senhora dos Meninos.
Também os de Santa Cruz
E os do Senhor do Desterro
Transformam esperança em luz
Nos corações de Lamego
E os do Senhor do Desterro
Transformam esperança em luz
Nos corações de Lamego
Os da Graça e os das Chagas
Na parte alta da cidade
Tocam em horas amargas
Sons para a eternidade
Na parte alta da cidade
Tocam em horas amargas
Sons para a eternidade
Os da Senhora dos Remédios
Mais altos, tocam ainda
Os segredos, os mistérios
De uma canção que não finda
Mais altos, tocam ainda
Os segredos, os mistérios
De uma canção que não finda
Já espalhavam em redor
O seu som celestial
Que subia ao Senhor
Os da primeira catedral.
O seu som celestial
Que subia ao Senhor
Os da primeira catedral.
Saudoso delim- delão
Qual prece ou vela acesa
Os sinos de Balsemão
São o passado que reza
Qual prece ou vela acesa
Os sinos de Balsemão
São o passado que reza
Prof. Fernando Marado
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Olhar o pôr do sol no silêncio de um mar de palavras...
Anjos terrenos, que encontramos nas curvas do destino,
Com os quais dividimos prantos, dores e risos.
Doamo-lhes nossos mais singelos sentimentos:
AMOR, FIDELIDADE e CARINHO!
Quem seremos nós,
Se não tivermos, ao menos um sincero amigo?
Que nos auxilie e conforte nos percalços dessa vida.
E quando estamos perdidos, fracos, errados,...
Nos estendam as mãos e indicam o melhor caminho?
Existe presente mais maravilhoso,
Para se encontrar nessa vida de loucuras,
Que valorosos e fiéis amigos,
Que te aceitam como és, sem demais perguntas?
Amigos se compreendem, no silêncio do olhar.
Suas almas se reconhecem instantaneamente,
E guardam um ao outro dentro de seus corações,
Gravados nas palavras: “SABER AMAR”!
terça-feira, 30 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
"À proa dum navio de penedos"
A navegar num doce mar de mosto,
Capitão no seu posto
De comando,
S. Leonardo vai sulcando
As ondas
Da eternidade,
Sem pressa de chegar ao seu destino.
Ancorado e feliz no cais humano,
É num antecipado desengano
Que ruma em direcção ao cais divino.
Lá não terá socalcos
Nem vinhedos
Na menina dos olhos deslumbrados;
Doiros desaguados
Serão charcos de luz
Envelhecida;
Rasos, todos os montes
Deixarão prolongar os horizontes
Até onde se extinga a cor da vida...
Miguel Torga in S. Leonardo de Galafura
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Não existe só um oceano entre nós...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Janela para o Atlântico II
Há uns dias tinha apresentado esta foto que tirei do Castelo do Queijo na cidade do Porto de uma das suas guaritas com o mar e navios como paisagem. Apresento agora a mesma foto mas enriquecida com um poema de autoria de Tânia Camargo. Uma poeta brasileira que junta palavras de uma forma surpreendente e as apresenta em imagens! Aconselho vivamente a todos uma visita ao seu blog: Poesia e Arte - Tânia Camargo - http://taniadecamargo.blogspot.com/O meu obrigado Tânia, por esta cooperação luso-brasileira!
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