Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

SOMOS VISTOS E PROCURADOS NO MUNDO INTEIRO - ESTES OS PAÍSES QUE VISITAM O BLOG!

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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Caldas de Arêgos - Uma fluvina à beira-Douro e as termas ali ao lado...

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Ricas pipas a bordo do Rabelo Burgomestre...



sexta-feira, 31 de março de 2017

💚💛❤ Sem hesitar, o click naquele momento... 💚💛❤



Embora muitas pessoas digam que não, sempre houve e haverá reinos maravilhosos neste mundo.
O que é preciso, para os ver, é que os olhos não percam a virgindade original diante da realidade, e o coração , depois não hesite.
 Miguel Torga in “Um Reino Maravilhoso” 1941

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

O Douro tem (ainda) mais encanto no outono...










"Protegido dos ventos fortes do Atlântico pelas serras do Marão e de Montemuro, o Vale do Douro é uma das principais regiões vinícolas de Portugal e um lugar único para apreciar a queda das folhas. Em vez de grandes árvores, as colinas aqui estão cobertas por filas cuidadas de vinhas em socalcos. No outono, as vinhas surgem como escadas coloridas a partir do rio. Passeie ao longo das colinas onduladas no ar ameno de outono e complete o dia com uma garrafa do melhor vinho da região.”

In revista de viagens Traveler, que elegeu a região como uma das oito mais bonitas do mundo para apreciar a estação.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

"Não é um panorama que os olhos contemplam: é um excesso da natureza." *Miguel Torga


"O Doiro sublimado. O prodígio de uma paisagem que deixa de o ser à força de se desmedir. Não é um panorama que os olhos contemplam: é um excesso da natureza. Socalcos que são passadas de homens titânicos a subir as encostas, volumes, cores e modulações que nenhum escultor, pintor ou músico podem traduzir, horizontes dilatados para além dos limiares plausíveis da visão. Um universo virginal, como se tivesse acabado de nascer, e já eterno pela harmonia, pela serenidade, pelo silêncio que nem o rio se atreve a quebrar, ora a sumir-se furtivo por detrás dos montes, ora pasmado lá no fundo a reflectir o seu próprio assombro. Um poema geológico. A beleza absoluta." 
Miguel Torga in "Diário XII"