Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

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quarta-feira, 26 de junho de 2019

💟As 3 pontes que unem o coração do Douro ❤️Régua 💛Lamego💚Portugal

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Foz do Tua no Douro e ao fundo a monstruosa barragem que transformou a paisagem...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Às portas do maior lago artificial da Europa, o Alqueva.

Tem uma albufeira de 250 quilómetros quadrados, abrange cinco concelhos do Alentejo com as águas do rio Guadiana, possui muitos pontos de interesse e uma paisagem natural que não deixa ninguém indiferente. Na margem direita podemos encontrar os castelos de Juromenha, Alandroal, Terena, Monsaraz e Portel, e na margem esquerda, Mourão e Moura para desfrutar de miradouros deslumbrantes sobre este cenário idílico.



quarta-feira, 14 de novembro de 2018

🍂🍁🍂 Um olhar outonal da cidade de Chaves, bem no norte de Portugal 🍂🍁🍂

Fui informado via email de que este meu blog lamegoimage.blogspot.com era um dos 5 selecionados para finalista na categoria de fotografia para os "Sapos do Ano", mesmo não sendo um "sapo". Este é um evento independente que visa premiar os melhores blogues da nossa praça (não ligado a qualquer plataforma/empresa ou entidade).
Para votar, basta clicar AQUi e aceder em categoria de fotografia até ao link lamegoimage.blogspot.com, basta inserir o vosso email no formulário e já está, bem simples! Podem votar até 15 de dezembro. Devo agradecer a distinção e dizer que é uma honra! Parabéns aos autores.
Agora, façam o favor de votar clicando aqui e muito obrigado!

Foz do rio Tua no rio Douro 👀 com um olhar d'ouro da outra margem...👀



quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Monte de Santa Trega ou Tecla | Galiza | Espanha

O Castro de Santa Trega (ou Tecla em Castelhano) é um local arqueológico que se encontra a 341 metros de altitude no monte com o mesmo nome, no concelho de "La Guarda" província de Pontevedra. Pertencente à cultura castreja é o mais emblemático e visitado dos castros galegos. Aqui viveram entre 3 a 5 mil pessoas. Foi declarado Monumento Histórico Artístico Nacional em 1931 e também tem a consideração de Bem de Interesse Cultural.
O castro, segundo a tese mantida por de la Peña Santos, diretor das últimas campanhas de escavações arqueológicas na década de 1980, teve uma ocupação continuada entre o século I a.C., ao pouco de começar o processo de romanização da Galiza, e o século I d.C., e que a partir desse momento começou um lento processo de abandono, que bem pôde ter sido interrompido por reocupações esporádicas temporárias em época tardo-romana. Foram encontrados também petróglifos, em várias das pedras do monte, elaborados por volta de 2000 anos antes da ocupação do castro.



Para aceder a este lugar, a meio da subida existe uma paragem onde é cobrado 1€ por pessoa e que permite no topo visitar o Museu Arqueológico de Santa Trega (MASAT), um lugar desenhado como restaurante em 1931 e que começou a funcionar em 1934, dando lugar ao museu em 1953.

Existe também a Ermida dedicada a Santa Trega tendo em sua volta algumas construções em pedra assim como o Cruzeiro de São Francisco do séc. XVI
 Este lugar é um miradouro de uma beleza natural maravilhosa. Em frente, a sul, temos Portugal, ali mesmo onde desagua o rio Minho, podendo contemplar a sua maravilhosa foz e um oceano Atlântico a perder de vista. Vemos também Caminha e outras localidades ao longo do curso do rio, quase até Vila Nova de Cerveira. Mesmo “aos pés” deste monte, situa-se “La Guarda”, município espanhol, onde dizem, se come bom marisco, ou não fosse este um lugar pertença a esta maravilhosa região galega, terra rica neste “fruto do mar” tão apreciado. 
Esta é uma vista do referido monte, já do lado de Portugal, junto à foz do rio Minho.

sábado, 10 de março de 2018

Penedo Durão, o miradouro para o "resto" da Europa...

Este é um dos mais imponentes e maravilhosos miradouros da região do Douro, com uma panorâmica que nos permite entrar Europa dentro através do olhar, já que Espanha é mesmo ali, do lado de lá do rio.
A uma altitude de cerca de 700 metros, bem a pique, podemos contemplar a barragem espanhola de Saucelle, assim como os "recortes" rochosos que rio abaixo nos levam a Barca d'Alva. Bem na nossa frente, temos uma amplidão planáltica de Zamora e Salamanca. 
 Existe no local inúmeras mesas para piquenique e 3 patamares, sendo o situado mais abaixo, aquele que nos faz perder a respiração...  
 No patamar intermédio, encontramos uma imagem de Nossa Senhora do Douro com Seu filho ao colo e de fronte, como a primeira imagem demonstra, para toda imensidão do Douro Internacional e mais além, como que a abençoar esta maravilhosa região.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

👣💢👣Na "Rota do Românico", pinceladas de neve a abrilhantar a Ponte da Panchorra👣💢👣

Implantada a cerca de 1000 metros de altitude, unindo as margens do rio Cabrum, a ponte da Panchorra é um belíssimo exemplo de arquitetura vernacular.
Ponte de dois arcos, apresenta aparelho regular nas aduelas (pedras que formam o arco) e irregular na silharia (pedras) da restante estrutura, o que pode indicar um trabalho de mestres locais ou regionais, destinadoa suprir as necessidades de acesso da comunidade às suas propriedades agrícolas e silvícolas.

Nesse sentido, distancia-se das suas congéneres, edificadas a jusante, nomeadamente as pontes de Ovadas, Lagariça e Nova. Não deixa, porém, de ser um exemplo de infraestrutura comunitária.
A travessia aproveita os afloramentos das margens do rio para apoiar os seus pilares, sobre os quais assenta o tabuleiro com guardas, conferindo-lhe a robustez necessária à passagem de carros agrícolas e à circulação de gado.

Embora a Panchorra seja referida já nas inquirições de 1258, só no século XVI se separou do termo de Ovadas, onde se situava o antigo centro religioso da freguesia medieval.
Monumento de interesse público. Info. Rota do Românico. 

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Cascatas das Fisgas do Ermelo no Parque Natural do Alvão

Ao longo de quase 200 metros, em pleno Parque Natural do Alvão, as águas límpidas do rio Olo deslizam ora bate aqui, ora bate ali, fazendo-se ouvir de uma forma muito agradável, formando uma das maiores quedas de água de Portugal.
 Estas águas cristalinas não se precipitam no entanto numa vertical absoluta, fazem-no através de uma grande barreira de quartzitos formando um profundo socalco. As suas águas separam as zonas graníticas das zonas xistosas das terras envolventes.
 Existem várias lagoas  antes da queda (Piocas de cima) e outras depois (Piocas de baixo), muito procuradas pela sua beleza e frescura no verão. Também existem outras de quase impossível acesso!