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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Acordei a imaginar o Douro de outros tempos ⛵🇵🇹️⛵ Hoje os motivos são realmente outros...


Os Barcos Rabelo foram, em tempos, o meio de transporte de milhares de pipas de Vinho do Porto desde esta região demarcada até Gaia e hoje são um ex-líbris da nossa história.
“Trazer de volta os Barcos Rabelo ao Douro Vinhateiro é uma homenagem a todas as gerações que durante a história da região demarcada mais antiga do mundo contribuíram para que hoje seja uma referência mundial”.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

⛵🇵🇹️⛵ REGATA DO VINHO DO PORTO NO DOURO VINHATEIRO ⛵🇵🇹️⛵

A 10 de Setembro de 1756, Marquês do Pombal, dava inicio à criação da Região Demarcada do Douro. 262 anos depois comemorou-se o Port Wine Day em homenagem a este vinho único e a todos aqueles que mantém viva esta paisagem Património da Humanidade.

A paisagem Património Mundial do Douro ficou ainda mais maravilhosa neste dia com os Barcos Rabelos a regressar às origens de velas içadas e, a colorir o Rio Douro numa regata integrada na celebração do Port Wine day, o dia oficial para a comemoração do dia do Vinho do Porto.



Bom, na realidade era suposto realizar-se uma regata, mas que, motivado pela falta de vento, acabou por não se realizar, para deceção dos milhares que acorreram às margens do Douro. Não foi por falta de tentativas da organização; era suposto partirem de Bagaúste, seguindo até ao Pinhão, mas acabaram por ser rebocados até à foz do rio Tedo e ali permaneceram, içando as velas, na tentativa de que se conseguissem deslocar, mas, após um certo tempo de espera, foram de novo rebocados até Bagaúste, seguindo hoje de regresso a Gaia e ao Porto. 


Estes barcos foram, em tempos, o meio de transporte de milhares de pipas desde esta região demarcada até Gaia e hoje são um ex-líbris da nossa história.
“Trazer de volta os Barcos Rabelo ao Douro Vinhateiro é uma homenagem a todas as gerações que durante a história da região demarcada mais antiga do mundo contribuíram para que hoje seja uma referência mundial”.
© RuiJorgePires | Olhar d’Ouro