Ao longo de quase 200 metros, em pleno Parque Natural do Alvão, as águas límpidas do rio Olo deslizam ora bate aqui, ora bate ali, fazendo-se ouvir de uma forma muito agradável, formando uma das maiores quedas de água de Portugal.
Estas águas cristalinas não se precipitam no entanto numa vertical absoluta, fazem-no através de uma grande barreira de quartzitos formando um profundo socalco. As suas águas separam as zonas graníticas das zonas xistosas das terras envolventes.
Existem várias lagoas antes da queda (Piocas de cima) e outras depois (Piocas de baixo), muito procuradas pela sua beleza e frescura no verão. Também existem outras de quase impossível acesso!